Escrever não se trata de chegar ao patamar da Clarice Lispector e do Caio Fernando de Abreu. Escrever é a porta da liberdade. Se não tiver porta, haverá janelas. Tanto faz. É a melhor saída para desabafar. No meu caso, não é uma competição, não quero treinar até me tornar uma J.K. Rowling. O papel de escritora amadora me cai bem. É o suficiente para passar o tempo. Na alegria ou na tristeza, na saúde ou na doença, eu quero escrever. Mesclar sentimentos com palavras. Um toque de lápis aqui, outro de borracha ali. Sentar na cadeira, fitar o teclado do computador, morder os lábios e mandar ver… Nos textos, obviamente. Essa é a minha profissão. Não sou escritora ou poetisa. Vou renomear: sou a “administradora de sentimentos.” (belezainterior)